Engemap Participa do Seminário 1001 Utilidades das Imagens de Satélite
02/10/2009
No dia 30/09 Roberto Ruy, coordenador de P&D e Aerolevantamento da companhia, debateu as particularidades e aplicações das imagens orbitais e aéreas no evento.
Os principais executivos da área de sensoriamento remoto e empresas interessadas na tecnologia estiveram presentes na quarta-feira, dia 30 de setembro, no Bourbon Convention Ibirapuera, em São Paulo, no evento realizado pela editora MundoGEO, para apresentar e discutir as aplicações das imagens de satélites e sensores aerotransportados. De acordo com números oficiais, 180 participantes se reuniram na série de oito debates.
Com o tema central “Descubra como as imagens orbitais e aéreas podem ampliar os resultados da sua empresa”, o evento abordou assuntos como as diferentes aplicações de cada tipo de imagem, a facilidade na atualização de mapas, novidades que devem chegar ao espaço nos próximos meses, como as imagens podem resolver os conflitos do campo, acesso aos diferentes tipos de satélites e o uso das imagens fornecidas pelo Google Earth.
Roberto Ruy, coordenador de pesquisa, desenvolvimento e aerolevantamento na Engemap, foi convidado para expor e exemplificar as diferenças e complementaridades entre as imagens obtidas com aviões e sensores em órbita da terra.
A principal atribuição para a escolha entre tecnologias apontadas por Roberto Ruy é analisar o volume e distribuição do território alvo, estudar a finalidade da imagem, considerar o prazo de projeto e orçamento disponível para a viabilidade. "Aerofotogrametria: tecnologia dedicada à customização de projetos, principalmente a imageamento de corredores e geração de maior precisão, já as Imagens de Satélites são dedicadas a revisita temporal, cobertura em escala continental ideal para grandes faixas territoriais" diz Roberto Ruy.
Durante o debate, a questão sobre o Google Earth foi exposta com o intuito de saber se chega a “atrapalhar” ou não os negócios das empresas de tecnologia da informação geográfica. “O Google Earth não pode ser utilizando como solução cartográfica e sim como ferramenta para orientação territorial" RRuy.
Outro ponto relevante foi o mapeamento da região Amazônica e os seus desafios. “A solução para áreas densas como a região Amazônica, por exemplo, é indicado o sensor radar para coletar o invisível" RRuy
Para áreas de acesso crítico, requer o emprego de sensores orbitais ou tecnologias de transposição de barreiras (ex.vegetação, água etc).
Roberto Ruy é Doutor em Ciências Cartográficas, responsável pelo inédito sistema SAAPI (Sistema Aerotransportado de Aquisição e Pós-Processamento de Imagens Digitais).